

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit
Acompanhe
Quem começa a atuar em governança, risco e compliance (GRC) encontra uma área ampla, que exige conhecimentos de gestão, legislação, processos, tecnologia, entre outros. Por isso, para construir uma carreira em compliance ou desenvolver-se em outras frentes de GRC, é importante entender como essas áreas se conectam e quais competências podem abrir espaço para novas oportunidades.
Os controles internos, por exemplo, ocupam posição central nas estruturas de GRC, pois ajudam a organização a acompanhar processos, cumprir diretrizes e reduzir riscos.
Continue a leitura para entender o que são controles internos, por que eles são importantes para o GRC, quais formações e certificações podem contribuir para a carreira e quais habilidades são valorizadas nesses profissionais.
Conformidade regulatória. Corpo docente reconhecido. E a autoridade FDC.
Os controles internos são mecanismos criados dentro de uma organização para acompanhar a execução de processos, contribuir para a redução de riscos e verificar se políticas e procedimentos estão sendo cumpridos. Podem envolver políticas internas, normas externas, sistemas, registros, aprovações e outras medidas de acompanhamento.
Eles são a base do GRC, pois estão presentes em cada uma das áreas. A governança estabelece princípios e responsabilidades; a gestão de riscos identifica, avalia e trata ameaças; e o compliance acompanha o cumprimento de leis, normas e políticas. Os controles internos ajudam a transformar essas diretrizes em procedimentos concretos de prevenção, detecção e correção.
Para o profissional de GRC, compreender essa relação é importante porque amplia sua capacidade de enxergar a organização como um sistema, possibilitando tomadas de decisão mais efetivas.
Não existe uma única graduação obrigatória para trabalhar em governança, risco e compliance, mas profissionais com formação em administração, direito, economia, contabilidade, engenharia, tecnologia da informação, segurança da informação, entre outras áreas, podem apostar em especializações em GRC que ajudem a complementar conhecimentos e conectar diferentes perspectivas.
Uma pós-graduação ou MBA em GRC pode aprofundar temas como gestão de riscos corporativos, auditoria, controles internos, ética e governança digital.
As certificações também podem contribuir para o crescimento na carreira em GRC, principalmente para profissionais que desejam demonstrar domínio de conhecimentos específicos. Entre as certificações internacionais que são referência para a área estão:
A escolha depende da direção que o profissional pretende dar à carreira. Por exemplo, se deseja se especializar em auditoria interna, pode buscar uma certificação relacionada ao tema; se trabalha com riscos tecnológicos ou segurança da informação, pode priorizar credenciais nessas áreas.
A trajetória em governança, risco e compliance pode começar em posições de analista e avançar para funções de especialista, coordenação, gerência e diretoria. Também é possível assumir posições executivas, como Chief Risk Officer (CRO) e Chief Compliance Officer (CCO), dependendo do perfil profissional e da estrutura da organização.
Uma característica da carreira em GRC é a variedade de opções. Por exemplo: o profissional pode começar em frentes como controles internos, auditoria, gestão de riscos, compliance, governança e, posteriormente, ampliar seu repertório para assumir outras funções.
Entre as possibilidades de atuação estão posições como analista ou especialista de compliance, auditor de compliance, analista ou gestor de riscos, profissional de controles internos e funções de liderança, como gerente ou diretor de GRC. Para um profissional com formação jurídica, também é possível atuar como advogado de compliance.
Por isso, uma carreira em compliance não precisa seguir uma trajetória única. A experiência e os conhecimentos acumulados em uma frente podem ser ampliados para assumir responsabilidades mais amplas ao longo do tempo.
Mesmo que não haja formação específica, a área de governança, risco e compliance demanda muito conhecimento técnico dos profissionais que desejam seguir carreira nessas frentes. Entre as principais competências técnicas para atuar em GRC estão:
Entenda como as normas ISO fortalecem a governança, compliance, a segurança da informação e a gestão de riscos.
Baixe o infográfico →Mas a atuação em governança, risco e compliance também exige competências comportamentais, principalmente para quem pretende assumir posições de maior responsabilidade. As principais são:
A combinação entre habilidades técnicas e comportamentais é importante porque o profissional de GRC precisa interpretar normas e analisar informações, mas também conversar com diferentes áreas de negócio, questionar processos e, muitas vezes, transformar um risco identificado em uma recomendação que possa ser compreendida e executada pela organização.
A carreira em GRC exige atualização contínua para acompanhar mudanças regulatórias, novas tecnologias, riscos emergentes e transformações nos modelos de negócio. Por isso, a formação complementar pode ajudar o profissional a se manter atualizado e a conectar conhecimentos que, muitas vezes, foram aprendidos de maneira separada.
A pós-graduação em Governança Corporativa, Gestão de Riscos e Compliance da FDC Pós Online, por exemplo, trabalha essa integração e prepara profissionais para aplicar frameworks, estruturar sistemas de governança, risco e compliance e tomar decisões.
Para profissionais que já atuam em compliance, controles internos, auditoria, riscos ou áreas relacionadas, desenvolver uma visão sistêmica pode ser o passo necessário para ampliar a capacidade de atuação e assumir desafios de maior complexidade.
O profissional de compliance acompanha o cumprimento de leis, normas e políticas internas na organização. Sua atuação pode envolver a análise de riscos de descumprimento, a orientação de diferentes áreas e o acompanhamento de medidas de prevenção e correção. O objetivo é contribuir para uma atuação ética e alinhada às obrigações da empresa.
Compliance trata da conformidade com leis, normas e políticas. Controles internos são mecanismos que ajudam a reduzir riscos e verificar se os processos funcionam conforme as diretrizes da organização. Aprovações, registros e verificações são exemplos desses mecanismos. As duas frentes se complementam, pois os controles internos apoiam o cumprimento das exigências acompanhadas pelo compliance.
A carreira em compliance reúne profissionais de diferentes formações, como direito, administração, contabilidade, economia e tecnologia da informação. Os requisitos variam conforme a função e o setor de atuação. Especializações em governança, riscos e compliance podem complementar a graduação e aprofundar conhecimentos sobre ética, controles internos e gestão de riscos.
Comece estudando os fundamentos de compliance, governança, gestão de riscos e controles internos. Busque oportunidades compatíveis com sua formação e experiência, inclusive em áreas relacionadas, como auditoria ou análise de processos. Para orientar o desenvolvimento, identifique quais conhecimentos as funções desejadas exigem e procure formações que ajudem a preencher essas lacunas.
É importante saber interpretar normas, analisar processos, identificar riscos e compreender políticas internas. Pensamento crítico, ética, atenção aos detalhes e comunicação também são fundamentais. O profissional precisa transformar questões técnicas em orientações que outras áreas consigam compreender e aplicar, considerando os impactos das decisões sobre a organização.
A escolha deve considerar a área em que você pretende atuar. Há certificações voltadas a compliance e ética, auditoria interna, riscos tecnológicos e segurança da informação. Antes de decidir, avalie o conteúdo, os requisitos de elegibilidade e a relação da credencial com as responsabilidades que deseja assumir.
A trajetória pode incluir funções de analista, especialista, coordenação, gerência e diretoria, conforme a estrutura da organização. Também é possível ampliar a atuação para controles internos, gestão de riscos ou governança. O crescimento depende da experiência acumulada, do desenvolvimento de competências e da capacidade de lidar com responsabilidades mais complexas.
Uma pós-graduação pode aprofundar conhecimentos e conectar temas como governança, gestão de riscos, ética e controles internos. Essa integração ajuda o profissional a compreender como diferentes áreas influenciam as decisões da empresa. Ao escolher uma formação, considere a aplicação prática do conteúdo e sua relação com os desafios que você enfrenta ou pretende assumir.
Por Olivia Baldissera
Gostou deste conteúdo? Compartilhe com seus amigos!
Assine a News da FDC Pós Online para alçar voos ainda mais altos
Receba conteúdos sobre:
Formulário enviado com sucesso!


Copyright © 2025 FDC
Direitos reservados
Privacidade e Proteção de Dados
*FT Executive Education 2024 Ranking Financial Times.
**https://www.fdc.org.br/sobreafdc