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Para alcançar posições de liderança em uma empresa, hoje já se sabe que o caminho não pode ser trilhado apenas com habilidades técnicas, pois é preciso, acima de tudo, dominar a arte de liderar.
Conhecido como o pai do RH brasileiro, Idalberto Chiavenato desmistifica a liderança, apresentando-a não como um dom inato ou um título hierárquico, mas como um processo de influência que pode ser aprendido, praticado e aperfeiçoado.
Neste artigo, serão apresentados a definição de liderança, as competências essenciais de um líder, os principais estilos de liderança e a diferença entre líder e chefe. O objetivo é oferecer uma base sólida para jovens profissionais que desejam se preparar desde cedo para liderar com consciência, responsabilidade e impacto positivo.
Falar em liderança é falar sobre pessoas, influência, confiança e propósito. Para quem está no início da carreira e sonha em ocupar cargos de liderança, entender o que realmente significa ser líder é um passo fundamental no desenvolvimento profissional.
Com isso em mente, Chiavenato define a liderança de forma clara e objetiva, considerando-a como
uma influência interpessoal exercida numa dada situação através do processo de comunicação para a realização de um ou mais objetivos específicos.
A partir dessa definição, pode-se extrair alguns pilares essenciais que sustentam o conceito de liderança para o autor, como o exercício da influência baseada no respeito e na credibilidade, e não da imposição por autoridade do cargo. Além disso, a comunicação é a ferramenta central do líder, utilizada para transmitir um propósito comum a todos da equipe, ao invés de interesses individuais.
Aqui entra a distinção entre líder e chefe, especialmente importante para jovens profissionais, pois mostra que liderança não depende de cargo, mas de comportamento, de forma que é possível exercer liderança desde os primeiros anos de carreira ao influenciar positivamente colegas, assumir responsabilidades e demonstrar atitudes éticas e colaborativas.
Embora ambos possam ocupar cargos de autoridade, enquanto o chefe se preocupa principalmente com tarefas e resultados imediatos, o líder se preocupa com pessoas, aprendizado e sustentabilidade dos resultados. Assim, o chefe é obedecido por obrigação, e o líder é seguido por convicção, sendo essa transição de chefe para líder o grande desafio e a marca do verdadeiro sucesso gerencial na visão de Chiavenato.
Em resumo, para o autor, liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas rumo a um objetivo comum por meio da influência positiva e da comunicação efetiva. Ou seja, o líder é alguém capaz de mobilizar pessoas, engajar equipes e orientar comportamentos de forma voluntária.
Portanto, percebe-se que a verdadeira liderança não nasce do medo, da coerção ou da hierarquia rígida, mas da capacidade de gerar confiança, credibilidade e sentido no trabalho, com uma flexibilidade de se adaptar ao contexto, à maturidade da equipe, à cultura organizacional e aos desafios enfrentados.
Chiavenato popularizou a
Teoria dos Estilos de Liderança, baseada nos estudos de White e Lippitt, que classifica o comportamento do líder em três modelos principais. Entretanto, é crucial entender que o líder eficaz não se prende a um único estilo, mas utiliza a
flexibilidade situacional para alternar entre eles conforme a necessidade da equipe e da tarefa.
Na
liderança autocrática, o líder centraliza decisões, define regras e controla rigidamente o trabalho da equipe, de forma que a comunicação tende a ser vertical e unilateral, de cima para baixo. Esse estilo pode ser útil em situações de crise que exigem rapidez na tomada de decisão ou quando a equipe é pouco experiente, mas seu uso excessivo gera baixa motivação, pouca criatividade e dependência excessiva do líder.
A liderança democrática valoriza a participação da equipe no processo decisório, de maneira que o líder estimula o diálogo, ouve opiniões e compartilha responsabilidades, o que costuma gerar maior engajamento, um clima organizacional positivo com maior senso de pertencimento e um maior desenvolvimento pessoal. Por esses motivos, é um modelo especialmente eficaz em ambientes que valorizam inovação, aprendizado contínuo e colaboração.
Na
liderança liberal, o líder concede grande autonomia à equipe, interferindo pouco nas decisões e na execução das tarefas. Embora possa funcionar com equipes altamente maduras e autônomas, faz-se um alerta porque esse estilo pode levar à falta de direcionamento, confusão de responsabilidades e, por consequência, queda de desempenho.
Chiavenato defende que a liderança não é um talento inato reservado a poucos, mas um conjunto de competências que podem ser desenvolvidas ao longo do tempo. Entre essas competências, quatro se destacam como fundamentais para o exercício da liderança eficaz:
O líder precisa dominar conceitos, informações, técnicas e teorias relacionadas à sua área de atuação e à gestão de pessoas, o que inclui processos organizacionais e comportamento humano.
O “saber fazer”, desenvolvido principalmente por meio da prática, da experiência e da reflexão sobre erros e acertos ao longo da carreira. Envolve comunicar ideias com clareza, resolver conflitos, tomar decisões, trabalhar em equipe e delegar tarefas de forma eficaz.
Muito ligado à maturidade profissional e emocional, trata-se da capacidade de analisar situações, avaliar riscos, ponderar alternativas e tomar decisões equilibradas frente a dilemas, pressões e informações incompletas.
Diz respeito à postura, aos valores, às crenças e ao comportamento cotidiano, pois um líder com atitude assume responsabilidades, dá o exemplo, age com ética, demonstra comprometimento e inspira confiança.
A definição de liderança segundo Chiavenato vai muito além de cargos, status ou poder formal. Para o autor, liderar é influenciar pessoas de forma consciente, ética e orientada a objetivos comuns. É um processo que envolve competências técnicas, emocionais e comportamentais, e que deve ser desenvolvido ao longo da carreira.
Para jovens em início de trajetória profissional, o caminho é investir em conhecimento, desenvolver habilidades, amadurecer o julgamento e, principalmente, cultivar atitudes coerentes com os valores que formarão a base da sua liderança.
Portanto, em um mundo que precisa cada vez mais de líderes humanos, responsáveis e preparados, as ideias de Chiavenato seguem sendo um ponto de partida essencial para quem deseja não apenas ocupar cargos de liderança, mas liderar de verdade.
Segundo Idalberto Chiavenato, liderança é um processo de influência interpessoal exercido por meio da comunicação, com o objetivo de conduzir pessoas ou grupos à realização de objetivos específicos. Para o autor, liderar não depende de cargo, mas da capacidade de influenciar positivamente.
Para Chiavenato, o chefe se apoia na autoridade formal do cargo e na imposição de regras, enquanto o líder se baseia na confiança, no respeito e no engajamento das pessoas. O chefe é obedecido por obrigação; o líder é seguido por convicção.
Na visão de Chiavenato, a liderança não é um dom inato. Trata-se de um conjunto de competências que pode ser desenvolvido ao longo do tempo por meio de estudo, prática, experiência profissional e amadurecimento emocional.
Chiavenato descreve três estilos clássicos de liderança:
O líder eficaz é aquele que adapta o estilo à situação e à maturidade da equipe.
Chiavenato destaca quatro competências fundamentais:
Sim. Para Chiavenato, liderança não está vinculada ao cargo, mas ao comportamento. Profissionais em início de carreira podem exercer liderança ao influenciar positivamente colegas, assumir responsabilidades e demonstrar postura ética e colaborativa.
A comunicação é o principal instrumento da liderança. É por meio dela que o líder transmite objetivos, alinha expectativas, constrói confiança e engaja a equipe em torno de um propósito comum.
As ideias de Chiavenato permanecem relevantes porque valorizam o fator humano, a ética, a comunicação e a adaptabilidade do líder. Essas competências são cada vez mais essenciais em ambientes organizacionais complexos e em constante transformação.
💡Quer saber mais sobre a definição de liderança Chiavenato? Confira as fontes consultadas para este artigo:
Por Bruna Hartmann
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